Perguntas frequentes
1- Como você vai me ajudar a lidar com meus sentimentos?
2- Quanto tempo vai levar para eu começar a me sentir melhor?
3- A terapia é só uma conversa entre psicólogo e paciente?
Não. Quando o psicólogo estimula o paciente a falar, durante a sessão de psicoterapia, ele busca identificar padrões em sua fala.
E, assim, o psicoterapeuta cria um plano de tratamento e psicoeducação personalizado que leva em consideração a história de vida e subjetividade de cada paciente.
O psicólogo utiliza técnicas e estratégias específicas que irão ajudar o paciente a perceber os pontos que precisam de mudança e como fazer para realizar essas mudanças.
Às vezes, o que tanto incomoda nem são os sintomas em si, mas a dificuldade de encontrar uma maneira de lidar com as adversidades da vida e inadequação para resoluções de problemas.
4- Só quem tem problema psicológico é que faz terapia?
Com a correria do dia a dia, nem sempre damos a devida atenção ao que sentimos e acabamos repetindo padrões de comportamentos que por vezes trazem resultados não muito satisfatórios.
Isso não significa que a pessoa tenha um problema grave, ainda que viver em negação prolonga o sofrimento e pode dificultar a sua resolução.
A busca por terapia pode ser simplesmente para aprender a lidar com as dificuldades do dia a dia, encontrar novas perspectivas, enfrentar desafios e desenvolver habilidades emocionais que transformam a vida pessoal e/ou profissional.
5- Eu fiz terapia e não adiantou nada?
Há várias circunstâncias que envolvem um processo terapêutico. A abordagem psicológica deve ser bem aceita pelo paciente e, para isso, é preciso que fique claro entre o paciente e o profissional sobre as bases e objetivos da teoria que fundamenta o trabalho do psicólogo. Além disso, a formação de vínculo construído durante o processo possibilita maior sucesso nos resultados. A frequência e o empenho do paciente nas sessões também serão pontos positivos para uma terapia bem-sucedida.
6- Eu não vou contar sobre minha vida “pra” ninguém.
Essa resistência normalmente tem como origem um comportamento de “autoproteção”- que é natural em pessoas que evitam compartilhar suas emoções- ou faz parte de uma personalidade hipersensível à rejeição e crítica.
Isso pode impedir a pessoa de administrar melhor seus sentimentos e encontrar solução para seus conflitos. Para que o profissional compreenda como pode ajudá-lo, o paciente deve compartilhar as suas dificuldades, temores, pensamentos e atitudes, sem medo de julgamento ou crítica.
É necessário que o paciente saiba e se sinta confiante de que o espaço terapêutico é um lugar seguro e de acolhimento e segurança, pois o psicólogo obedece a um código de ética que garante ao paciente respeito à sua individualidade, privacidade e confidenciabilidade.
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